segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Dialogo nostálgico?



Liesel diz: A verdade é que a maioria de nós tem muito medo de se ver sem apoio, inseguro, de não ser amado, de não ser querido. Temos medo de nos ver abandonados, de não sermos capazes de enfrentar a vida sozinhos e, por essa razão, dependemos do marido, da mulher, dos filhos, nos apegamos às pessoas com todas as nossas forças. Toda essa contradição e agitação é o que chamamos de amor. Mas, isso é amor? É amor, se existe dependência ou apego? Isso é egoísmo puro e não amor.


Sally diz: Não precisamos disso pra ser feliz.. Garanto que muitas vezes ficar sozinha é a melhor opção... Eu acho que a única coisa que precisamos é de um carinho, de alguém que realmente esteja desposto a viver do nosso lado... Mas o amor, é invenção. Amor é a pura contraversão do que é não estar sozinho. Se você não é amado está sozinho, mas se amado não está. Acho a mais pura ignorância, amor é invenção da nossa cabeça... Uma maneira de fazer a gente achar que sofre... Só pra vida ter mais graça.


Liesel diz: É...
Isso mesmo
Mas sempre tem sua duvidas e suas controversas

Sally diz: Para mim não...
Terei esse conceito até que alguém me mostre o contrário... E que tenha provas concretas.

Liesel diz: Eu sou confusa, complexa, acredito em um "A" que me falam, me iludo fácil, sou frágil. Diferente de você. Talvez por isso eu sofre mais, eu duvide mais.

Sally diz: Ás vezes é melhor levar uma vida como a sua, do que como a minha.. Pelo menos não se arrependeu de tudo o que não fez, ou no que não acreditou. Eu sou do tipo que questiona tudo... isso fica chato ás vezes, mas pra ser sincera, eu me iludo nem que seja um pouco... Eu me iludo, eu sofro... E no fundo mas bem lá no fundo... Eu sei que no fim as coisas se estabelecem, ou fica bom ou a gente morre. 

Liesel diz: Eu questiono, eu duvido, eu vou atras de saber como é sentir, como é talvez, estar com aquilo e no final? Nós nos machucamos, mas sabe? Meu coração sangra, e mesmo assim ainda consegue sentir.

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