terça-feira, 30 de outubro de 2012

Acalanto.



Meu coração dói, vontade de chorar, to confusa, to sensível, to dodói de coração e to fresca, mimada, cheia de mimimi e blá blá e odeio ficar assim! To com raiva. Desabei! Sim hoje foi ao fim, não consegui mais segurar. Eu só quero ser feliz, sabe? Acho que nunca pensei tanto na vida quanto nesses últimos dias. E na verdade eu só preciso realmente de um abraço. Não quero ir embora dessa cidade, não quero deixar meus amigos e nem minha família, só que não aguento mais ficar aqui só que sei que vai ser sempre a mesma coisa... Sofrer pelas mesmas pessoas, saudades das mesmas pessoas, decepções com as mesmas pessoas. Ano do caramba, porque justo esse ano tinha que ser tão horrível assim? Tá doendo! E além de tudo isso, tem mais uma coisa: eu to amando eu amo, cê tem noção da gravidade disso? Da gravidade de amar alguém que não te ama? Dê amar alguém que quer apenas viver á vida e não liga para algo mais concreto? Isso acaba comigo, acaba com qualquer um; quero um amor, só isso... Quero alguém que me ame, quero alguém que esteja do meu lado, só quero ser feliz. Não era pra ser tão complicado assim, não era! Jurei que ia ser diferente, que eu estava mais forte, mais fria, mais madura, não consigo mais, não da mais. Quero uma melação, quero atenção, quero mimos,quero abraço. Quero aconchego, quero dormir de conchinha, quero acordar com beijos, brincadeiras, olhares silenciosos, riso sem jeito. Abraço de urso e todas essas coisas bobocas que todo mundo sonha em ter. É só uma pena saber que não terá isso, não terá porque nada disso é recíproco. Não quero atingir ou algo do tipo, só quero dizer que o que eu mais temia aconteceu, não foi porque eu quis, na verdade eu não quis. Mas quem disse que alguém manda no coração? Minha felicidade é te ver feliz, mesmo que eu me machuque, de qualquer maneira (é idiota, eu sei, sou eu)... Sem mais delongas, eu quero sossego, quero calma na alma. 

 "Põe a mão na minha mão, pode fechar meus olhos, alisa os meus cabelos"

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Desejos incontroláveis.




E não adianta esconder, não há como negar...

O desejo que sentimos um pelo outro é forte demais, a sede do corpo alheio, a vontade de sentir-se perdido no abraço da outro... É tudo o que precisamos para nos sentir completos naquele momento.
O meu corpo no seu e seu corpo no meu, o suor, do cheiro, da respiração quente e ofegante, das horas que passamos juntas, das vezes que fiquei morta depois de tanto prazer, sentir as pernas bambas, das vezes que o tempo que tínhamos era pequeno demais para tanto desejo acumulado dentro de nós. A noite era pequena, qualquer momento que poderíamos estar juntos era pequeno. 

Aquele desejo de morder aqueles lábios grossos e vermelhos, sentir o gosto da sua boca macia, desejei naquele momento sentir o gosto perfeito do meu corpo ardendo de tão quente, com o seu, que era um pouco gelado, mas que logo, com a junção de nossos corpos você se adequava a temperatura do meu, e sentia como se tornássemos apenas um. Naquele momento só passava pela minha cabeça sentir todo aquele seu intimo, aquele tal que não tinha sentido antes. Foi, sem dúvidas, o melhor gosto que senti.  E que sentirei sempre que possível.
Quero sentir seu corpo sobre o meu, quero ouvir nossa respiração compassada, na mesma frequência. Quero deixar-te saciado de tanto prazer e sei que assim me sentirei saciada também. Sentir meu corpo estremecido e arrepiado por seus leves toques sobre mim.  Quero toda vez sentir vontade de realizar minhas fantasias mais loucas com você. Novos jeitos, novas frases, novos toques. A cada instante...