sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Desejos incontroláveis.




E não adianta esconder, não há como negar...

O desejo que sentimos um pelo outro é forte demais, a sede do corpo alheio, a vontade de sentir-se perdido no abraço da outro... É tudo o que precisamos para nos sentir completos naquele momento.
O meu corpo no seu e seu corpo no meu, o suor, do cheiro, da respiração quente e ofegante, das horas que passamos juntas, das vezes que fiquei morta depois de tanto prazer, sentir as pernas bambas, das vezes que o tempo que tínhamos era pequeno demais para tanto desejo acumulado dentro de nós. A noite era pequena, qualquer momento que poderíamos estar juntos era pequeno. 

Aquele desejo de morder aqueles lábios grossos e vermelhos, sentir o gosto da sua boca macia, desejei naquele momento sentir o gosto perfeito do meu corpo ardendo de tão quente, com o seu, que era um pouco gelado, mas que logo, com a junção de nossos corpos você se adequava a temperatura do meu, e sentia como se tornássemos apenas um. Naquele momento só passava pela minha cabeça sentir todo aquele seu intimo, aquele tal que não tinha sentido antes. Foi, sem dúvidas, o melhor gosto que senti.  E que sentirei sempre que possível.
Quero sentir seu corpo sobre o meu, quero ouvir nossa respiração compassada, na mesma frequência. Quero deixar-te saciado de tanto prazer e sei que assim me sentirei saciada também. Sentir meu corpo estremecido e arrepiado por seus leves toques sobre mim.  Quero toda vez sentir vontade de realizar minhas fantasias mais loucas com você. Novos jeitos, novas frases, novos toques. A cada instante... 

Nenhum comentário:

Postar um comentário